1. O Ministério da Cultura (MC) informa que o novo Subdirector da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema, I. P. será José Manuel Costa. O novo Subdirector entrará em funções no próximo dia 9 de Agosto, substituindo Pedro Mexia que cessou funções por motivos de ordem pessoal.
A Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, com sede na Rua Barata Salgueiro, em Lisboa, organiza ciclos de cinema e exposições, dispondo ainda de um Museu do Cinema, arquivos, biblioteca, livraria e bar-restaurante. Dispõe de três espaços para projecção de filmes e o espaço museográfico 39 Degraus com três salas de exposições. A biblioteca está aberta ao público e inclui uma sala de consulta e uma sala de leitura.
O Arquivo Nacional de Imagens em Movimento (ANIM) com laboratórios de conservação e restauro e depósitos especializados, situados em Loures, faz parte integrante das responsabilidades da instituição, sendo o departamento da Cinemateca Portuguesa responsável pela salvaguarda e conservação do património cinematográfico nacional. Este organismo público tutelado pelo Ministério da Cultura inclui ainda a Cinemateca Júnior, com sede no Palácio Foz, em Lisboa, que oferece uma programação regular, ateliers de tempos-livres, visitas à exposição permanente interactiva de pré-cinema e outras actividades para crianças e famílias. A Cinemateca Portuguesa edita regularmente catálogos e monografias dedicados a actores, realizadores e temas vários da história do cinema.
2. O MC informa ainda que Fátima Marques Pereira é a nova Subdirectora da Direcção-Geral das Artes, tendo assumido funções no passado dia 1 de Agosto em substituição de Inês Costa que cessou funções a seu pedido.
A Direcção-Geral das Artes tem por missão a coordenação e execução das políticas de apoio às artes, dinamizando parcerias institucionais e promovendo políticas adequadas a garantir a universalidade da sua fruição, bem como a liberdade e a qualificação da criação artística.
O apoio a agentes culturais independentes, a promoção activa da internacionalização da arte e dos artistas portugueses, a divulgação de trabalhos de criadores e intérpretes através de publicações em diversos suportes, o estímulo à inovação e à experimentação no campo das artes são alguns dos principais objectivos da DGARTES, no quadro de uma estratégia mais abrangente de incentivo à criação e difusão artísticas, formação de novos públicos e dinamização da cooperação e intercâmbio cultural internacional. Visa, ainda, uma maior partilha de responsabilidades entre o Estado, os agentes culturais, as autarquias locais e outras entidades, públicas e privadas, tendo em vista incentivar a criação e a difusão das artes.